mais do mesmo
Oito anos depois de do I FSM de Porto Alegre, Oded Grajew (fundador do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social) imputa ao evento 'A' responsabilidade pela nova configuração política da Am. Latina.
Entretanto, mesmo passados longos anos, Oded considera que os questionamentos permaneceram os mesmos:
"Não há nenhuma luta para uma ação imediata de alguma coisa. Como bandeiras principais, um outro mundo possível onde os valores da democracia, da justiça social, do desenvolvimento sustentável, da ética, isso continua, como a questão da solidariedade versus competição, o social como determinante das ações e não o econômico e não submetido ao econômico; isso continua. O fórum trabalha numa mudança cultural, isso leva um tempo".
A chave-central da sociedade em rede encontra-se nesse ponto. Ou melhor nesse contra-ponto:
" Uma inteligência globalmente distribuida, incessantemente valorizada, coordenada em tempo real, que conduz uma mobilização efetiva das competências (...), o enriquecimento mutuo das pessoas e não o culto das comunidades fetichisadas ou hipostasiadas" @ Levy
Enfim, mas que tipo de discussões deveríamos esperar de um evento que nasceu sob o seio de empresas?
Mais um discurso messiânico, que faz alusão ao líder-salvador da Babilónia Comercial: "Barack Obama vai ser parte da discussão como uma possibilidade de mudança".
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