hot, hot
'Stability predicts genetic diversity in the Brazilian Atlantic Forest hotspot', artigo publicado na Science, de co-autoria da brasileira Ana Carolina Carnaval, linka genética e modelagem ambiental pra fazer futurologia da conservação e recuperação ambiental.
Para isso, os autores observaram espécies de uma área, registros climáticos históricos, e estimaram as distribuições das espécies no passado. O método permitiu uma indicação das regiões com climas estáveis, e uma estimativa da diversidade das espécies.
Conversando com a professora Ana Carolina Lorena, da UFABC, que trabalha com o pessoal do CRIA, surgiram propostas bem parecidas...mas, ainda precisam tomar forma.
O objetivo 'e conceber algo com WEKA, e/ou com o OpenModeller pro FISL.
*ainda não sei se oficina, ainda não sei se um trabalho.
Mas, fica o convite, para aqueles que quiserem colaborar - lembrando que o pessoal da UFABC esta mais voltado pra área de ciências da informação, e que seria bem bacana se outros da área de biológicas estivessem nessa proposta.
Oi Maira,
Esse trabalho não é bem uma futurologia, mas uma tentativa de reconstruir o passado.
Os pesquisadores encontraram regiões no sul da Bahia onde a mata atlântica permaneceu estável durante a última era do gelo e que serviram de refúgios aos animais.
Leia esta reportagem muito boa do Reinaldo Lopes no G1:
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL988628-5603,00.html
ops, me expressei mal. pois no texto que eu li, antes de vc me mandar o paper na integra, diziam que os cientistas reconstruiram o passado, para tentar prever a situacao dos hotspots, dentro dos hotspots no futuro. Baseados que o clima deve mudar e consequentemente alterar o numero de variedade de especies nos ecossistemas/habitas
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